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A nossa história

Em 2008, deixámos tudo pelo queijo: sem rede de segurança, sem experiência, por amor ao queijo de cabra.

2008

Os nossos começos no Marché des Capucins, o «ventre de Bordéus»

Desde então, conhecemos a maioria dos nossos clientes pelo nome próprio.

2015

Finalista do concurso Meilleur Ouvrier de France

6

Seis manhãs por semana

De terça a domingo, no corredor central do Marché des Capucins.

Queijos de cabra e tommes na banca, com macarons em primeiro plano

A qualidade em primeiro lugar, desde o primeiro dia

Escolhemos os nossos queijos um a um, dando prioridade aos de quinta ou artesanais, para agradar ao seu paladar.

O queijo é um produto único. Tem uma história, ligada ao terroir onde nasceu; tem uma estação e um momento. É um produto vivo, que muda com as estações e consoante as mãos que o fazem e o curam. É preciso protegê-lo, mimá-lo, para que esteja sempre no seu melhor, tanto na textura como no sabor.

O seu sabor forma-se na casca, e é a mão do homem que o faz nascer: cada casca é esfregada, a seco ou com salmoura, cada queijo é virado, um a um, a uma cadência bem definida, para que a flora se desenvolva ao seu próprio ritmo.

Para as suas refeições e festas

Também fazemos tábuas por medida, pré-cortadas ou em peças inteiras, com queijos no ponto certo no dia combinado.

Descobrir as nossas tábuas

Os nossos parceiros

A maioria dos nossos queijos e produtos lácteos é escolhida junto dos nossos produtores, diretamente ou não. Trabalhamos, entre outros, com François Bourgon, da queijaria Xavier, em Toulouse — Meilleur Ouvrier de France afinador.

Para a secção de laticínios, trabalhamos com a Ferme de Tartifume (leite cru, nata fresca e manteiga de nata crua) e com a Bastidarra, uma leitaria artesanal sediada em Bardos, no País Basco.

Selles-sur-Cher, queijos de cabra AOP cobertos de cinza, empilhados sobre o papel da banca
O Selles-sur-Cher. Pequena tomme de cabra coberta de cinza, do Loir-et-Cher, AOP. O queijo da nossa infância, e aquele com que tudo começou.

Meilleur Ouvrier de France, categoria Queijeiro

«Devias ir.» Foi o meu fornecedor da altura que me incentivou a candidatar-me.

Rodolphe Le Meunier — Meilleur Ouvrier de France na categoria de queijeiro e Melhor Queijeiro Internacional 2007 — propôs-me que participasse no concurso e ajudou-me a preparar-me.

Fiz parte dos 10 candidatos selecionados entre 30: um orgulho para mim, depois de tanto trabalho e de tantos sacrifícios.

O concurso MOF é o mais alto reconhecimento dos ofícios manuais em França. E, mesmo não tendo obtido o título, este concurso obrigou-me a profissionalizar-me, a superar-me: foi o melhor favor que alguma vez me fizeram.

  1. Junho de 2013

    Inscrição no concurso

    Começam vinte meses de preparação.

  2. Abril de 2014

    1.ª qualificação

    Um questionário sobre fabrico, história e AOP, seguido de uma prova às cegas.

  3. Outubro de 2014 — Rungis

    2.ª qualificação

    Uma montra de 30 queijos, uma prova oral de venda e uma composição de queijos.

  4. Novembro de 2014

    Selecionada para a final

    Chega o veredicto: rumo a Paris.

  5. 23 e 24 de fevereiro de 2015 — Paris

    A grande final

    Seis provas em 6h35 e uma peça artística sobre o tema «Regresso ao Futuro».

A minha composição de queijos nas qualificações de Rungis, outubro de 2014: uma pequena taça, flores e fatias de queijo
A composição de queijos. Rungis, outubro de 2014: a minha preparação, criada com ingredientes descobertos à última hora.
A Karine a cortar um queijo durante a final do concurso, perante os visitantes do Salon de l'agriculture
Em plena montagem. Final, fevereiro de 2015: a peça é montada em público, perante os visitantes.
A Karine entre os finalistas do concurso Meilleur Ouvrier de France, na categoria de queijeiro, vestida de preto
Os dez finalistas. Paris, fevereiro de 2015.

Venha provar, no corredor central

De terça a domingo, no Marché des Capucins.